domingo, 25 de fevereiro de 2007

Que falta me faz!

É engraçado, pois quando ele surgiu, eu criei uma barreira intransponível entre eu e o computador. Não era um bicho de sete cabeças, mas sim, um bicho de um monitor, teclado, CPU e mouse.

Depois de vencer essa barreira, aos poucos, fui domado, domesticando a fera que existia dentro de mim e me entregando aos encantos do computador. E quantas facilidades, quanto tempo ganho, quantas noites em claro e muitas alegrias.

De um monstro, para a uma coisa que hoje em dia não pode faltar na minha vida. Chego a ficar doente na falta dele. E que felicidade é o nosso reencontro.

Geralmente quando vou para chácara da minha namorada a coisa fica preta pro meu lado. E não adianta suco de maracujá, suspender o chimarrão da tarde ou ler um bom livro. Eu não consigo dormir antes das três. Sem o computador isso é uma tarefa muito difícil, pois estou acostumado a entrar noite a dentro trabalhando em algum dos programas que eu estou estudando. Literalmente, na chácara eu entro em parafuso. Fico fritando na cama até à hora de dormir, quero dizer, que tento dormir.

A minha salvação vai ser o dia em que eu comprar um notebook. Aí sim, vou ser um cara feliz. Poder brincar com os meus programas, escrever e jogar. Resumindo, fazer mil coisas. O problema vai ser entrar na internet ou mandar algum e-mail, mas isso é fácil de resolver. Enquanto eu não compro, que falta me faz.

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